Ministros das Relações Exteriores da China, Afeganistão e Paquistão posam juntos durante a reunião trilateral em Cabul, 20 de agosto de 2025.

China Reforça Apoio ao Afeganistão: Uma Análise da Visita de Wang Yi e Suas Implicações Regionais

21/08/2025 Santos 0

Em agosto de 2025, o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, visitou o Afeganistão, reforçando a cooperação trilateral com o Paquistão e oferecendo apoio político e econômico ao governo talibã. A visita abordou segurança regional, combate ao terrorismo, exploração de recursos naturais e integração em iniciativas de infraestrutura, como a Iniciativa do Cinturão e Rota (BRI) e a possível extensão do Corredor Econômico China-Paquistão (CPEC).

A aproximação entre China e Afeganistão ocorre em um contexto delicado, marcado pela retomada do Talibã em 2021, instabilidade política e desafios econômicos. A cooperação visa impulsionar o desenvolvimento do país, mas enfrenta desafios internos e a atenção da comunidade internacional sobre direitos humanos e governança. A visita reforça o papel estratégico da China na Ásia Central e sua busca por estabilidade regional sustentável.

Ministro Takeshi Iwaya em reunião oficial, outubro de 2018

Visita do Ministro Japonês Takeshi Iwaya ao Cazaquistão e Uzbequistão: Fortalecendo os Laços no Centro da Ásia

21/08/2025 Santos 0

O Ministro das Relações Exteriores do Japão, Takeshi Iwaya, visita o Cazaquistão e o Uzbequistão entre 24 e 28 de agosto de 2025 para fortalecer laços bilaterais e aprofundar a cooperação no Diálogo Ásia Central–Japão. A missão diplomática busca expandir parcerias econômicas, comerciais e tecnológicas, além de promover a estabilidade regional e o desenvolvimento sustentável na Ásia Central.

Mapa do Paquistão em verde cercado pelas bandeiras da China, Estados Unidos, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e países da Ásia Central, representando novos acordos bilaterais.

Paquistão fortalece posição econômica com novos acordos bilaterais

19/08/2025 Santos 0

O Paquistão reforça sua posição econômica global ao assinar acordos bilaterais com China, EUA, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e países da Ásia Central. As parcerias abrangem comércio, investimentos em infraestrutura, energia, tecnologia e inovação, com potencial para impulsionar o PIB, gerar empregos e fortalecer o país como hub logístico e econômico na região, apesar de desafios políticos e de segurança.